Trio implanta escola francesa de programação no Brasil

Ter uma ideia genial é só o primeiro passo para se lançar um produto ou startup no mercado. Para o projeto prosperar, muito antes de se alcançar o reconhecimento e impactar pessoas, o insight mental precisa vir acompanhado de uma execução bem feita. Em negócios de tecnologia, por exemplo, a programação é uma ferramenta fundamental para se chegar a esse destino. No caso do administrador francês Mathieu Le Roux, 39, seu interesse em aprender a programar não estava vinculado ao desejo de empreender.

Le Roux, que atuava como investidor de capital de risco no universo das startups, nutria uma curiosidade pela área de desenvolvimento web. “Sempre tive bastante contato com a área de tecnologia de startups, mas nunca soube programar. Por isso, durante diversos momentos de minha carreira, tentei começar alguns cursos na área, mas sentia que, ou eles eram muito superficiais ou eu não conseguia acompanhá-los. Até que, em 2016, um colega me contou de um curso de desenvolvimento web da escola francesa Le Wagon”, diz Le Roux, que mora em São Paulo desde 2012.

Interessado na recomendação do amigo, Le Roux foi conhecer a rede de escolas Le Wagon, criada em 2013. “Vi que eles possuíam um modelo de ensino bootcamp, ou seja, com aprendizado intensivo em poucas semanas, oferecendo conhecimentos das áreas de front-end (design de páginas) e back-end (arquitetura de software) para pessoas que não sabem nada sobre o assunto. Achei isso uma premissa promissora”, afirma.

Mais do que uma escola em que ele poderia finalmente aprender a programar, o administrador enxergou a Le Wagon como um modelo de negócio passível de ser importado para o Brasil. “Mundialmente, existe uma onda dessa nova geração que quer empreender e que precisa de competência técnica para fabricar sua primeira versão de site. A Le Wagon poderia ajudar essas pessoas aqui no país”, diz Le Roux. Foi por isso que, em julho de 2016, junto aos seus outros dois sócios, Pedro Meyer e Fernando Americano, ele fundou a Le Wagon Brasil em três capitais brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Essas três unidades somam-se às outras vinte que existem ao redor do mundo, espalhadas entre Europa, Ásia e América do Norte. Iguais as outras redes da Le Wagon, os cursos brasileiros são presenciais e ensinam conhecimentos que vão desde arquitetura de software até HTML e CSS. “Ou seja, tudo para dar base para o aluno construir uma página web bonita e funcional para seu usuário”, afirma Le Roux.

Os módulos de programação ensinados são distribuídos ao longo de 9 semanas, com aulas integrais de segunda a sexta-feira, estruturadas com teoria e muita prática. Fonte: PE&GN 

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